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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Existe um lugar...




Existe um lugar que é o melhor lugar entre todos os lugares
Não falo sobre estar na frente de uma câmera
Não falo de estar "me apresentando" na igreja
Não falo de estar no altar
Falo desse lugar de intimidade
Mesmo que na frente de todos
Esse lugar é só nosso
E de mais ninguém
Mesmo que compartilhado com outros
Ainda é só nosso
Meu
E de Deus
Onde o meu coração é completamente dele
Ah, e os meus braços são dele
As minhas pernas movem por ele
O meu olhar não está em lugar nenhum além dele
O meu sorriso é o maior dos sorrisos, pois é para Ele
Os meus pensamentos não vão a lugar algum,
Estão com ele
E até mesmo o meu respirar
Entrego a ele
E fico sem fôlego em sua presença
Mas ele mesmo me renova
Pois eu sou dEle
E ele é meu
E este lugar é qualquer lugar
Desde que eu esteja com Ele
Louvando a Ele
Exaltando Ele
Dançando para ele.
Um lugar de adoração
Um lugar de entrega
Um lugar de amor
E por amor eu danço pra ele
E com Ele
Mas porque ele primeiro me amou
E me deu vida
A vida que vivo pra ele.


Ariane Machado


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Por Amor Aos Patriarcas



Lembro-me quando escrevi sobre Roberta Vicente e seus olhos que brilhavam ao falar de Jesus, mostrando sua paixão, seu amor por Cristo. Influenciando a tantos ou pelo menos a mim, a ser um pouquinho mais como ela, amar mais, olhar mais para Cristo. Vendo-a fazer escolhas se pondo completamente dependente de Deus, e deixando o dinheiro em segundo plano, ou em terceiro, quarto...
Hoje eu quero falar sobre outra pessoa que tem me inspirado a um novo nível e um novo caminho no conhecimento de Deus. Não o vejo em tantos vídeos como Roberta para falar se seus olhos brilham ou não, mas vi alguns vídeos, tive algumas aulas e tenho ouvido muito dele em podcasts, inclusive um conduzido por ele, e lido também coisas que ele tem produzido e já ansiosa para ler seu livro Por Amor Aos Patriarcas. E se não vejo o brilho de seus olhos, eu vejo seu esforço, vejo suas conquistas em seus estudos, como é movido pelo amor de Deus, pelo amor de Deus a um povo, pela fidelidade de Deus a uma promessa.
Este é Igor Sabino, apaixonado pelos judeus, pelos árabes e por todo contexto do oriente médio, baseado não em uma partida de futebol como a me levou a olhar com carinho para os turcos, nem baseado na cultura pop que leva tantos olhares ao Estados Unidos, mas baseado nas escrituras. Sua paixão me levou a olhar para os judeus como eu nunca tinha olhado, mesmo cristã há 25 anos, nunca fui levada a amar nem odiar os judeus, nunca os culpei pela morte de Cristo, mas tampouco os amei como o Israel de Deus.
Me constrange saber que a Bíblia é tão enfática e constante em falar desse amor, mas que vaidosos como somos, pegamos as promessas de um povo e colocamos sobre nós, que nos autodenominamos Israel de Deus, que ignoramos a herança de sangue e até mesmo o contexto do nascimento de Jesus e nos colocamos num lugar que não é nosso.
Mas hoje vejo nosso erro, e me obrigo a uma posição diferente em busca de conhecê-los mais, me inspirando um pouco nos passos de Igor, talvez eu não vá a Israel, mas se daqui de longe posso amá-los o farei, se daqui de longe posso orar por eles o farei, se daqui de longe posso convidar-te a olhar para eles o farei, a olhar para a Bíblia, olhar para Paulo reafirmando o amor de Deus e olhar para todo o Antigo Testamento e todo amor, todo o plano de Deus, todas as promessas, todas as revelações, todo o cuidado e toda paciência de Deus para um povo amado por ele, cuidado por ele, gerado por ele, por amor a Abraão, Isaque e Jacó, por amor aos seus servos fiéis, e ele continua a amar o velho Israel, o novo Israel e eterno Israel de Deus.
Eu não tenho o mesmo alcance que Igor, mas se um dos meus leitores não o conhece, quero apresentá-lo a esse único leitor e te convidar a conhecer seu podcast, seu curso e seu livro POR AMOR AOS PATRIARCAS, que provavelmente nos fará mergulhar nesse amor, nas promessas, no que a bíblia revela, mas que distraidamente, senão por egocentrismo, temos ignorado por tanto tempo.


terça-feira, 27 de outubro de 2020

Coração, porque se orgulhas com isso?


Incessantemente peço a Deus que dirija as minhas motivações, que as minhas ações sejam movidas pelo coração e princípios de Deus, pelo desejo de glorificá-lo e não por vaidade. Ah, quantas vezes busco alcançar as minhas ansiedades, amaciar o meu ego e ser vista pelos outros? Quantas vezes analiso as reações, se o contexto é confortável ou o que ganho com as minhas ações?

Todas as vezes em que decido fazer algo para que me vejam, acabo por desistir, mas preciso mesmo é matar o velho homem que insiste em aparecer, que quer subir o palco, quando na verdade eu nada tenho para exibir.

Não que eu seja completamente incapaz, mas porque a minha capacidade é proveniente de outro que não o meu próprio interior e forças, afinal, nada vem de mim mesmo. Nenhuma bondade ou beleza procede de mim, pois como bem disse Tiago "toda dádiva boa e perfeita vem do alto", e como já não é novidade, somos à imagem e semelhança de Deus, isso inclui nossa criatividade, habilidades, talentos.

Então não há palco para mim, ou luzes que me ponham em destaque, pelo contrário, que a luz seja eu, apontando aquele que é o autor, aquele que cria beleza a partir do caos, que faz música, cores e belas palavras.

Que a minha vaidade e orgulho se rendam diante da grandeza e beleza do verdadeiro autor de todas as coisas, autor até mesmo de mim, e de você. Autor das nossas boas obras, do socorro que sou capaz de dar, do abraço, do consolo ou do quadro que talvez você seja capaz de pintar, da boa música, da arte gráfica. Mesmo com todo o seu esforço, e todo o seu talento, com o seu estudo e as suas horas sem dormir, mas que seja para glória dEle.

Que mostremos que porque Ele nos ama, fazemos, que seja porque Ele nos inspira que criamos, que seja porque Ele nos instrui, que conquistamos. Que a nossa motivação seja sempre o nosso Mestre. Que os aplausos sejam para Ele. Que as luzes, os flashes, os olhares se posicionem para aquele que é digno. E a nós cabe redirecionar os olhares para Cristo, como fez Pedro em Atos 3:

“Povo de Israel, por que ficam surpresos com isso?”, disse ele. “Por que olham para nós como se tivéssemos feito este homem andar por nosso próprio poder ou devoção? Pois foi o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos antepassados, quem glorificou seu Servo Jesus... Pela fé no nome de Jesus, este homem que vocês veem e conhecem foi curado."

E digamos isso também ao nosso enganoso e orgulhoso coração que tanto busca honrarias. "Coração, porque se orgulhas com isso? Porque se engrandece como se tivesses feito com o seu próprio poder e devoção? Pois foi o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos antepassados, quem glorificou seu Servo Jesus." E por Ele e para Ele nos movemos.

Ariane Machado

sábado, 4 de janeiro de 2020

Alegrem-se sempre!



Para os hebreus, o nome de Deus era impronunciável, tal o temor e a distância que deveria ter do Glorioso Deus. Entrar no Santo dos Santos era digno de morte, não pelo homem, mas o próprio Deus sentenciava a pena. Mas um novo tempo foi instaurado, o acesso foi-nos dado, e podemos chama-lo de Amigo. 

Jesus conquista e garante isso para nós, mas ainda assim, muitos de nós escolhemos nos manter distantes. E os motivos são diversos. 

Há quem valorize os cultos, mas fora do ambiente da igreja não existe a menor comunhão, há quem não valorize coisa alguma, basta ter levantado a mão num domingo à noite há sei lá quanto tempo. Há os que escolhem orar, mas tem uma dificuldade tão grande, que suas orações não parecem uma conversar com seu Amigo e Salvador, mas com alguém de 500 anos atrás com uma linguagem super rebuscada e distante, tentando impressionar Deus com o que não é. Ou ora, e sabe muito bem usar as palavras, mas faz de suas orações momentos apenas de lamentação, e se a vida vai bem, acabou-se a comunhão. 

Venho lembra-los de que a oração é um momento de comunhão, um momento de alegria. Poder ter acesso a Deus é uma conquista, não nossa, mas um presente conquistado na cruz e que foi posto em nossas mãos e negligenciamos diariamente. 

Falar com Deus é um momento de encontro com nosso melhor amigo! É melhor do que o encontro pós-jogo para resenhar sobre cada lance, o que sabemos fazer tão bem. É melhor do que o encontro pós-culto que planejamos e ansiamos e sabemos que vai ser muito bom. É melhor do que aquele encontrão com os amigos que você não vê há 1 ou 5 anos. 

É um encontro com Deus! Nosso Senhor, sim, mas também nosso amigo! Olha o que você tem! Olha com quem você está falando! Ou com quem pode estar falando... É uma dadiva! Um presente! Um presente de Deus para nós, precisamos dar valor. 

Não guardando em uma caixinha para que não se quebre a qual apenas olhamos de longe, ou guardamos no fundo de uma gaveta com todo o cuidado. É um presente daqueles que abrimos cheios de ansiedade e usamos da primeira oportunidade, e deixa eu te contar, a oportunidade é hoje, é agora. É amanhã de novo, mas o agora ainda é a melhor oportunidade. Mas com alegria, como quem sabe o valor daquele momento. 

Alegrem-se sempre e orem continuadamente. (I Tessalonicenses 5:16, 17), não é à toa que Paulo põe os dois conselhos juntos. 

É claro que não excluo o arrependimento, as dores, os pedidos da oração. Mas não é apenas isso. A oração também é um lugar de alegria sim! 

Alegrem-se no Senhor! (Filipenses 4:4)